Vêm...
e tornam-se um formigueiro.
Do siso das manhãs, das tardes pouco fica.
Não lhe interessam as razões
Alimentam emoções
Serão mensagens?
Da alma, do espírito…
De como viver?
Fazem desejar…
São flashes de outro sonhar.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
O último segundo
Às 12 badaladas (isto ainda se usa?) chega o ano Boi.
As mudanças, está visto, ocorrem num momento
E depois disso virão novos segundos, minutos, horas, dias, meses
Que
espero que sejam GRANDES!
(“traz (em) tanta confiança que se é sempre criança”)
E…assim “Xuta”(ndo) para "canto"
Digo
“O que foi….
Não volta a ser!”
E
então “Boi” ali… mas não voltarei na mesma
Porque
“pode vir algo melhor”.
PS Agradeço desde já às Miúdas Giras dos Anéis, com quem estou neste exacto segundo que me tem dado….do melhor!
As mudanças, está visto, ocorrem num momento
E depois disso virão novos segundos, minutos, horas, dias, meses
Que
espero que sejam GRANDES!
(“traz (em) tanta confiança que se é sempre criança”)
E…assim “Xuta”(ndo) para "canto"
Digo
“O que foi….
Não volta a ser!”
E
então “Boi” ali… mas não voltarei na mesma
Porque
“pode vir algo melhor”.
PS Agradeço desde já às Miúdas Giras dos Anéis, com quem estou neste exacto segundo que me tem dado….do melhor!
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vida
domingo, 28 de dezembro de 2008
Bichos Humanos
Somos humanos
e bichos
Lutamos por algo indefinido que não sabemos bem o que é,
queremos permanecer vivos, envolvidos
poder partilhar
doces
mas
estará a docura de olhar
mais na vontade de ver do que no próprio enxergar?
...
Saber o que são "nãos" abre a porta a outros "sins"
Não pode haver contrários aqui.
domingo, 21 de dezembro de 2008
De mais e demais!
O conhecimento que a vida nos dá nunca é de mais mas chega, (quase) sempre, tarde demais...
E a inteligência da vida está em antecipar isto nas projecções de futuro.
Um facto é por demais sabido!
Outro...nem por isso
E a inteligência da vida está em antecipar isto nas projecções de futuro.
Um facto é por demais sabido!
Outro...nem por isso
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vida
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
De um fôlego
Sustenho a respiração...
fico presa num momento,
tento fazer de conta que controlo o tempo,
e
no fundo
que é possível saltar para o estares bem.
Outra e outra vez!
Lá onde...
basta a voz, o toque, os beijos, as conversas, os sorrisos!
E...
como não há aqui ninguém senão eu,
sorrio para mim mesma.
E volto a encher o peito.
fico presa num momento,
tento fazer de conta que controlo o tempo,
e
no fundo
que é possível saltar para o estares bem.
Outra e outra vez!
Lá onde...
basta a voz, o toque, os beijos, as conversas, os sorrisos!
E...
como não há aqui ninguém senão eu,
sorrio para mim mesma.
E volto a encher o peito.
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
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